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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Minha velha máquina do tempo

E só mexendo em velhas bagunças, arrumando minha vida, mudando as coisas de lugar e tentando arrumar as confusões é que e encontro partes o meu passado, eu me encontro viajando para meus 15 anos, sentada no xis com cinco outras pessoa, rindo e desenhando carinha com mostarda e catchup, tirando fotos e conversando coisas banais, depois me vejo no colégio com outras cinco pessoas rindo e ouvindo sobre vidas que naquela época eu nunca imaginei que modificariam tanto quem eu era e me ajudaria a ser quem eu sou, essas dez pessoa, foram e vieram em determinadas passagens da minha vida, com algumas eu perdi contato totalmente, com outras eu ainda vejo, outras infelizmente é pela internet só que consigo falar, mas todas, cada uma de sua maneira tocou mina vida, umas com seus jeitos loucos, outras com a timidez tão parecida com a minha, outras com seus jeitos de dizer quero agora então vamos, outras simplesmente por estarem lá no nos meus momentos felizes ou me aturarem nos meus tristes e me deixarem ter minhas crises. E eu não sei se um dia poderei reencontrá-los e agradecer por todos os momentos, ou apenas se vou poder ter mais uma tarde, com os que partiram da minha vida para encontrar novos rumos e os que eu deixei ir; pois eu cometo erros e às vezes por falta de atenção eu vou abrindo minha mão de leve e vou deixando essas pessoas partirem, mesmo não querendo, mesmo lutando contra isso.
Mas ainda que seja assim, ás vezes só por uns poucos minutos eu ainda ligo minha máquina do tempo e viajo para bem longe, eu consigo ver as cenas, eu consigo sentir, eu consigo até rir do que me fazia chorar, eu consigo finalmente entender que a vida às vezes nos afasta daquilo que nos faz bem, mas ela só faz isso quando ambos os lados não lutam pra ter aquilo pra sempre.